Um romance histórico de Luciano O. Stancka
Apertou o botão sem saber se ia funcionar.
Acordou em 1887, com um celular no bolso.
Michael Eitor tinha uma distribuidora, duas franquias e um bar, todos quebrados, e para cada um uma explicação que ninguém quer mais ouvir. Gastou o que restava montando uma máquina no chão da própria sala e apertou o botão sem saber se funcionava. Nem para onde ia.
Entre a ficção e a história
Os protagonistas
Gênios, poder e negócios. Todos no mesmo tabuleiro que Michael.
Nova York, 23 de novembro de 1887
Voltou a 1887 com um celular no bolso,sem sinal e sem tomada,e uma última chance.
MICHAEL EITORAcordou em Nova York, em 23 de novembro de 1887, com um celular no bolso.
O aparelho ainda liga, sem sinal e sem internet. Ele não sabe 1887 de cor. Pode perguntar. Cada pergunta consome uma bateria que, naquela cidade, não tem onde recarregar.
O plano é simples: não quebrar de novo. Chegar na frente.
O problema é que ninguém em 1887 sabe quem ele é. Numa sala cheia de homens que vão entrar para a história, ele é o único que pode perguntar como aquilo termina, e o único que não tem nome nem um centavo.
De um baile dos Vanderbilt a uma sala em cima de um depósito de café, onde Nikola Tesla trabalha sozinho, até a fábrica de Audrey Brannock, que perde tudo se casar, Michael tenta construir um império a partir de um parafuso. A vantagem cabe no bolso. Resta saber se dá tempo de usar.
Cada pergunta custa. Saiba mais sobre o livro →Michael Eitor não é real. O inverno de 1887 é.
“Ele não sabe 1887 de cor. Pode perguntar. Cada pergunta custa.”
A vantagem cabe no bolso
1887.
Sem tomada.
Uma contagem regressiva.
No bolso de Michael, um aparelho que responde sobre o que ainda não aconteceu. Na tela, o número que transforma essa vantagem em pressa.
IA offline
Sem internet. Sem nuvem. Apenas o conhecimento salvo no aparelho.
Conhecimento até 2026
Michael sabe o que vai vencer. Não sabe, necessariamente, como construir.
O conhecimento pode morrer
Se a bateria acabar antes de encontrar uma solução, Michael perde sua única ferramenta capaz de lhe dar vantagem em 1887.
A Guerra das Correntes
A guerra que vai
acender o mundo.
Eletricidade não é apenas poder. É o futuro da civilização. Tesla e Westinghouse defendem a corrente alternada. Edison e Morgan, a corrente contínua. Michael conhece o desfecho. O perigo é mudar o caminho.
Conheça a disputa
Sua passagem para 1887
Leia uma amostra
grátis.
Conheça Michael antes da viagem, descubra a origem da máquina e atravesse com ele a noite que separa dois séculos.
▣ Seus dados estão protegidos. Não enviamos spam.
Comprar na pré-vendaSobre o autor
Luciano O. Stancka
Empresário e produtor de entretenimento, Luciano transforma sua experiência com negócios, risco e reinvenção em um romance sobre a pergunta que todo empreendedor já fez: o que eu faria se soubesse o que vem depois?