EITOR 1887 ← Voltar ao início

O livro

Ele tinha um plano,
uma dívida

Um romance histórico sobre um empreendedor de 2026 que acorda no meio da Revolução Industrial americana com a maior vantagem que um homem já levou para o passado: uma inteligência artificial no bolso.

Leia a história ↓

Nova York, 23 de novembro de 1887

Quatro negócios quebrados e uma fotografia de 1941.

Michael Eitor tem trinta e cinco anos e uma sequência de fracassos nas costas: uma distribuidora, duas franquias e um bar, todos quebrados. Sem dinheiro, sem carro e sem nenhuma perspectiva, ele passa os dias deitado num apartamento vazio, rolando o celular sem procurar nada.

Michael Eitor tinha uma distribuidora, duas franquias e um bar, todos quebrados, e para cada um uma explicação que ninguém quer mais ouvir. Gastou o que restava montando uma máquina no chão da própria sala e apertou o botão sem saber se funcionava. Nem para onde ia.

Acordou em Nova York, em 23 de novembro de 1887, com um celular no bolso.

O aparelho ainda liga, sem sinal e sem internet. Ele não sabe 1887 de cor. Pode perguntar. Cada pergunta consome uma bateria que, naquela cidade, não tem onde recarregar.

O plano é simples: não quebrar de novo. Chegar na frente.

O problema é que ninguém em 1887 sabe quem ele é. Numa sala cheia de homens que vão entrar para a história, ele é o único que pode perguntar como aquilo termina, e o único que não tem nome nem um centavo.

A vantagem cabe no bolso. Resta saber se dá tempo de usar.

De um baile dos Vanderbilt a uma sala em cima de um depósito de café, onde Nikola Tesla trabalha sozinho, até a fábrica de Audrey Brannock, que perde tudo se casar, Michael tenta construir um império a partir de um parafuso.

A vantagem cabe no bolso. Resta saber se dá tempo de usar.

O coração do livro

Michael Eitor não é real. O inverno de 1887 é.

Todos os personagens históricos que atravessam a narrativa são reais, assim como os fatos, as datas e as disputas que os cercam. Vanderbilt, Edison, Tesla, Westinghouse, J. P. Morgan e o rei do tabaco Buck Duke estavam todos vivos, em Nova York, no inverno de 1887. E é entre eles que Michael Eitor vai tentar construir um império a partir de um parafuso.

Só que, no fim, ele vai descobrir uma coisa tarde demais.

Quem já leu

Os primeiros leitores.

Nenhum deles leu o livro inteiro. Ele ainda está sendo escrito.

Jaqueline Petterson Jaqueline Pettersonestá no meio do livro
Eitor 1887 é uma história envolvente sobre fracasso, recomeço e pertencimento. A viagem no tempo leva Michael a um passado difícil, onde ele precisa reconstruir a própria vida com inteligência, trabalho e coragem. A mistura de ficção científica, história e emoção funciona muito bem, especialmente por causa de personagens marcantes como Aaron, Audrey, Tesla e Duke. É uma narrativa humana, original e que deixa vontade de acompanhar a próxima escolha de Michael.
André Rossi André Rossileu tudo que já está escrito
O que mais gostei foi a maneira como o passado aparece sem ser romantizado. Nova York é barulhenta, suja, desigual e viva, e cada encontro com figuras históricas parece acontecer de forma natural. O livro mistura personagens famosos com pessoas comuns, mostrando que a História também é construída por quem trabalha nos bastidores. É uma narrativa inteligente e muito bem ambientada.
Luana Silva Luana Silvaleu a amostra
Michael é um protagonista cheio de falhas, e justamente por isso é tão fácil se envolver com ele. A relação com Aaron foi o que mais me marcou: silenciosa, simples e carregada de sentimento. A cada capítulo, Michael aprende que conhecimento não basta; é preciso saber trabalhar, confiar e aceitar cuidado. Eitor 1887 é uma história sobre uma segunda chance, mas principalmente sobre aprender a pertencer.
Andrea Orsovay Andrea Orsovayleu a amostra
O livro Eitor 1887 começa como uma história de viagem no tempo, mas logo se transforma em algo muito mais humano. Michael não encontra um passado ideal; encontra frio, fome, doença e pessoas reais. A ideia do celular funcionando em 1887 é genial, mas o que mais prende é ver o personagem tentando descobrir quem ele pode ser. Terminei querendo ler imediatamente o próximo capítulo.
Silvia Gaynor Silvia Gaynorleu a amostra
Nos cinco primeiros capítulos, o que mais ficou na minha cabeça foi a chegada de Michael a 1887 e o momento em que ele percebe que o celular é a única coisa do futuro que ainda funciona. Eu estava lendo à noite e, quando cheguei à alfaiataria de Aaron e depois ao baile dos Vanderbilt, já não queria parar. Eu diria a um amigo que é a história de um homem falido que viaja no tempo e tenta usar o conhecimento do futuro para começar de novo, mas acaba descobrindo que, antes de conquistar qualquer coisa, precisa aprender a sobreviver e a parecer pertencer àquele mundo.
Raphael Chemon Raphael Chemonleu a amostra
Me marcou o contraste entre o Michael, vindo de um mundo dominado pela tecnologia, e a Nova York de 1887, onde ele precisa reaprender até como beber água e atravessar uma rua. A cena da alfaiataria de Aaron ficou comigo porque transforma um encontro casual em uma porta de entrada para todo aquele século. Eu contaria o livro como uma aventura de viagem no tempo com muito humor, tensão e personagens históricos, mas também como a história de um homem tentando esconder que não pertence ao lugar onde acabou de chegar.

Você já leu? Conte o que achou.

Leio tudo. Se fizer sentido, seu depoimento entra aqui nesta página, com o seu nome.

EITOR 1887

Comece pelo começo.
O resto chega em 10 de fevereiro.